
2024: O ano da Reconstrução, da solidariedade e da superação
O ano começou com uma promessa de retomada do crescimento do Estado, após as enchentes do segundo semestre de 2023. Se vislumbravam investimentos fortes em infraestrutura e na Saúde. As principais cidades gaúchas seguiam nesta esteira, projetando um 2024 superior ao registrado no período anterior. Os gaúchos vivam um período de recuperação, com novas obras como o trecho 3 da Orla, em Porto Alegre e o Cristo Protetor, em Encantado, além da Serra, atraindo turistas de vários lugares. E aí veio maio e o impacto.
Entre o fim de abril e o início de maio de 2024, pelo segundo ano consecutivo, o estado do Rio Grande do Sul foi fortemente afetado por cheias severas, causadas pelo grande volume de chuvas, em um curto espaço de tempo. Rios transbordaram e devastaram cidades, levando construções, lavouras e vidas. Dos 497 municípios do Estado, 478 foram atingidos pelas inundações, afetando mais de 2,3 milhões de pessoas. No auge das enchentes, mais de meio milhão de gaúchos estavam desalojados e outros 80 mil desabrigados.
O nível do Rio Guaíba, em Porto Alegre, alcançou o recorde histórico de 5,37m, ultrapassando a marca da enchente de 1941, que foi de 4,77m. O Centro da capital foi inundado, assim como bairros adjacentes.
No momento de colapso, surgiu a mobilização dos médicos, capitaneada pelo Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) que retomou a campanha Mutirão do Bem, por meio do Hub de Solidariedade em conjunto com o seu Núcleo Acadêmico (NAS). Mais de 2 mil médicos atenderam o chamamento e formaram um exército do bem, auxiliando a população em abrigos e também psicologicamente a quem estava salvando vidas.
Como lembrou o presidente da entidade, Marcos Rovinski: “Somos uma entidade forte, resiliente e capaz de atender com celeridade as demandas da população. Os médicos estão sempre preparados e a postos a ajudar, arriscando suas vidas, para salvar a do outros”.
O segundo semestre foi marcado pela reconstrução. As famílias destroçadas foram se reencontrando e voltando para suas casas ou o que restou delas, após o efeito devastador das enchentes. Rodovias desobstruídas, hospitais reabrindo por setores e equipamentos substituídos, além do principal Aeroporto, o Internacional Salgado Filho, que só retornará a pleno em dezembro. Estamos em um processo de retomada e o Simers segue seu papel negocial, político, assistencial, econômico e de representação. Seguimos no protagonismo buscando a valorização da categoria e apontando o que pode ser melhorado para garantir a qualidade de vida para o cidadão.
JANEIRO
O início do ano de 2024 foi o da continuidade para o Simers. A entidade abriu o ano cobrando os pagamentos atrasados aos médicos de Canoas. Ao mesmo tempo que fazia ações no litoral, apresentando o Sindicato aos Médicos, era lançada campanha que reforçava os cuidados com as crianças no trânsito e os festejos da I Jornada Leonardo Cohen e o pioneirismo do Hospital Israelita no Brasil.
Enquanto prestigiavam a formatura do curso de Medicina na Unisinos, os dirigentes difundiam a Lei do Parto Seguro, alertavam sobre a superlotação na emergência Psiquiátrica do PACS e propunham uma ampla discussão quanto a rede de assistência mental. Em ações conjuntas, o Simers e o SindmedCaxias se posicionaram sobre a situação Materno-Infantil no Hospital Pompéia.
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FEVEREIRO
Com o "Simers + Saúde", que vai além da defesa dos interesses da categoria médica, demonstrando o comprometimento do Simers com uma assistência em saúde qualificada, a entidade obteve R$ 600 mil em emendas parlamentares dos deputados Heitor Schuch e Pompeo de Mattos. O recurso possibilitou a aquisição de Torre de Vídeo para Procedimentos Cirúrgicos. O Programa de Médicos Peritos foi apresentado ao presidente do Cremers.
Tivemos boas notícias como a aprovação no Legislativo da Capital o PL que confirma que o Simers é o legítimo representante dos médicos Municipários. Através de Nota de Repúdio, a entidade mostrou sua contrariedade à decisão do Judiciário que manteve resolução que autoriza realização de suturas simples por enfermeiros. Simers retomou as negociações com o Governo para atualização dos valores pagos aos médicos. No interior, representantes do Sindicato reuniram-se, em Sobradinho, com lideranças políticas e foi debatido o sistema de saúde regional.

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MARÇO
Mudou o mês, mas o quadro de complicações na Saúde seguiu inalterado. A Santa Casa de Pelotas enfrentava dificuldades para quitar salários devidos aos médicos da UTI. Em Canoas houve reunião com gestores e autoridades para alertar sobre a grave situação e a possibilidade de desassistência no HPSC. A entidade também buscava soluções para demandas dos médicos dos hospitais de Tramandaí, Alvorada e Sapucaia do Sul. Também denunciava a falta de pediatras em hospital de Santa Cruz do Sul. Em outros pontos de atuação, o Sindicato realizou a 2ª Edição do Simers Summit, que discutiu Medicina e Inovação, deflagrou a campanha SOS Pediatria, o combate ao mosquito da Dengue, difundiu iniciou o Trote Solidário 2024/1, participou do I Fórum do Ato Médico, em Brasília, e da Frente Parlamentar em Defesa do Hospital Psiquiátrico São Pedro, na Capital. Por fim, o Sindicato figurou entre as Marcas Mais Lembradas e Preferidas no Marcas de Quem Decide do Jornal do Comércio.

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ABRIL
O mês de abril iniciou com o caos na saúde de Alvorada e o Simers atacando em várias frentes, exigindo ação do Governo estadual. A entidade alertou para a crise no atendimento infantil e pediu providências aos governos. Em Santa Cruz do Sul, o secretário de saúde disse que iria estudar demandas dos médicos Municipários. Em apedido, o Sindicato exigiu respeito ao trabalho médico e repudiou ataques a profissionais em São Luiz Gonzaga. Também foi acompanhada a transição da gestão no hospital de Cachoeirinha.
A situação da Pediatria e a necessidade de ações para conter o impacto da redução de leitos, foi discutida com autoridades e especialistas. Já a crise na saúde da Região Metropolitana que reflete em emergências lotadas e profissionais sobrecarregados na Capital, foi denunciada. A crise no IPE-Saúde mereceu atenção especial. Também foram realizadas a Campanha do Agasalho e o Trote Solidário.
MAIO
O Rio Grande do Sul enfrenta sua pior tragédia climática, uma das piores já registradas no país. O rio Guaíba atingiu o maior nível em 80 anos e choveu 1/3 de todo volume esperado para o ano todo. As águas avançaram em direção a cidades e os reservatórios começaram a colapsar. O Sindicato pede união da sociedade para auxiliar às vítimas e articula ações com Estado e município e vai organizar as escalas de médicos voluntários e inicia visita nos abrigos temporários para auxiliar os médicos voluntários.
Em reunião, Simers e demais entidades demonstram união da classe médica em prol da sociedade. A sede da entidade vira espaço de coleta de donativos em seu estacionamento. O SOS Plantão teve de 2 mil médicos cadastrados para voluntariado em cidades atingidas por enchente histórica no RS. Mesmo com toda a dificuldade, a entidade reuniu diretores e delegados sindicais do interior, para dar continuidade às pautas sindicais. O Sindicato conferiu a situação dos médicos nos hospitais frente à calamidade causada pelas enchentes. Além disso, realizou reunião com o Badesul para garantir linhas de crédito a médicos atingidos por desastre natural.
JUNHO
O mês iniciou com o Estado ainda sob impacto da tragédia e buscando forças para recuperação. Enquanto isso, em Passo Fundo, a direção se reuniu com parlamentares tendo como pauta o edital de contratação emergencial de médicos. O Simers, novamente, alertou para a falta de estrutura do HNSG, em Canoas, para absorver a demanda do Pronto-Socorro e participou ativamente da formulação de projetos para fortalecer rede de assistência psiquiátrica em Porto Alegre.
Ainda em decorrência da tragédia, a entidade solicitou ao IPE Saúde o pagamento aos médicos prestadores de serviços pela média dos últimos seis meses. O Simers e AMP promoveram reunião com médicos da Região Noroeste para levantar demandas. Depois de pressão, o GHC suspende edital que previa terceirização do trabalho médico na pediatria. Em Brasília, foi realizada a primeira edição da Conexão Nacional, com o secretário Extraordinário da Reforma Tributária do Ministério da Fazenda. O Trote Solidário 2024/1 supera as expectativas com arrecadações.
Já em Ijuí, foi aprovado no Legislativo Municipal o PL do Parto Seguro. O Sindicato apoia a decisão da Anvisa de proibir a venda e uso de produtos à base de fenol. Em Porto Alegre, diretores da entidade discutiram pautas dos municipários e da Saúde com secretário Fernando Ritter.

JULHO
Neste mês o Simers começou a ter atendida uma demanda de anos: o Governo do Estado apresentou proposta para reformulação da carreira dos médicos servidores estaduais. A entidade recebeu com euforia e solicitou ajustes ao Executivo. Em outra frente, o Sindicato participou de nova mediação para tratar das rescisões dos trabalhadores do hospital de Tramandaí.
O Simers e a OAB conferem situação do HPS de Canoas e reforçam urgência na necessidade de reabertura do hospital. Com relação a Alvorada, a entidade constata total precariedade no hospital e vai denunciar situação ao Cremers e ao MP. No Litoral Norte, Médicos do Hospital Santa Luzia, em Capão da Canoa, estão com salários atrasados, e atendimento pediátrico pode ser suspenso na cidade. Em Santa Cruz do Sul, foram realizadas reuniões buscando a valorização dos médicos e qualidade na Saúde.
Em Passo Fundo, o Sindicato inaugurou nova sede no município que representará a Região Norte. Vitória em Pelotas: Justiça dá ganho de causa em ações movidas pela entidade contra o Município e a Associação Pelotense de Assistência e Cultura. A entidade entregou carta aberta ao governador Eduardo Leite solicitando grupo de trabalho para políticas de saúde mental.
AGOSTO
O mês de agosto inicia com uma vitória histórica: Parlamentares aprovam proposta de reestruturação da carreira de médicos servidores públicos estaduais, com as alterações sugeridas pela entidade ao governo do Estado. Foram dois anos de negociações diretas e anos de defesa da medida. Em meio a comemoração, o Simers se reunia com a prefeita de Pelotas para apresentar uma série de demandas cuja finalidade era de qualificar a saúde no município.
O Sindicato garantiu apoio aos obstetras desligados do Mãe de Deus e continua ações pela reabertura do CO. Foram e continuam havendo reuniões com os gestores da instituição. Com o Diálogos Simers, a entidade promoveu encontro entre candidatos ao CFM e também aos postulantes ao Executivo das principais cidades gaúchas. Também foram homenageados os médicos e estudantes durante as enchentes no RS. O Dia Nacional da Saúde de 2024 foi comemorado com o lançamento do Portal Juntos Somos Mais RS.
Em Rosário do Sul, o Simers cobra da direção do hospital salários atrasados, enquanto negocia o reajuste na remuneração dos anestesiologistas com o IPE Saúde. Já em Uruguaiana foi formulada denuncia ao MPF e ao MPRS possíveis irregularidades na gestão do Hospital Santa Casa. Em Santo Ângelo, o coordenador do Núcleo de Obstetrícia da entidade apresenta a Campanha Maternidade Segura para médicos do município e região. Em agosto foi lançado o projeto Giro Porto Alegre, em unidades de saúde da Capital e também registradas agressões à categoria por parte de candidatos ao Legislativo e Executivo municipais, todas com reação enérgica da entidade.
SETEMBRO
No mês de setembro teve continuidade a Jornada do Recém-Formado, que percorreu várias cidades gaúchas, com foco no início de carreira do jovem médico. A entidade voltou a se reunir com médicos obstetras plantonistas da Maternidade do Hospital Universitário São Francisco de Paula da UCPEL, realizou visitas institucionais a unidades de saúde de Santa Cruz do Sul e constatou a falta de segurança e precarização nos contratos de trabalho dos médicos na UPA Zona Norte da Capital.
Acionados pela entidade, MP firma TAC com ótica em Viamão que se compromete em não realizar exames que sejam de exclusividade médica, dentro das ações do Núcleo de Combate ao Exercício Ilegal da Medicina. Em Torres, o Sindicato alerta para a sobrecarga de trabalho dos pediatras no Hospital Nossa Senhora dos Navegantes. Em Santana do Livramento, a entidade obtém vitória na formalização de contratos para os anestesistas atuarem na Santa Casa de Misericórdia. Simers e Simerg se reúnem com neonatologistas do Hospital Universitário de Rio Grande após denúncia de falta de médicos. O Diálogo Simers se manteve atuante em setembro, com sabatinas e debates entre os candidatos ao Executivo municipal. Enquanto isso, a Justiça atendeu pedidos do Simers para impedir excesso de candidatos nas críticas infundadas aos médicos.
Seguem os problemas em Canoas. O Simers busca informações sobre as condições de trabalho dos médicos com a direção do HU. Em Campanha, a entidade orienta que Fique Atento Aos Sinais. O Núcleo de Psiquiatria reforça a importância do combate à psicofobia no Setembro Amarelo. O Trote Solidário 2024 aconteceu em várias cidades do RS. Simers discorda da posição do governo do Estado sobre a reabertura parcial do HPSC e critica o atraso nos hospitais do município de Canoas.
OUTUBRO
Deflagrado o processo eleitoral para escolha da Diretoria Geral, Conselho Fiscal e Conselho Consultivo do Simers, gestão 2025/27. Este ano, em função de ser ano eleitoral municipal, a eleição na entidade ocorreu no dia 28/11. Em termos de atuação, a entidade Simers recebeu prêmio TOP de Marketing da ADVB/RS. Conferiu a situação dos médicos na reabertura parcial do HPSC e também na qualidade de trabalho e no atendimento de saúde e, ainda, a situação dos pagamentos dos hospitais de Canoas. “Além da Medicina, mulheres transformam” exalta a importância do autoconhecimento e do amor-próprio. Avançaram as negociações para médicos Municipários na Capital. A entidade prestigiou o lançamento do Outubro Rosa do Imama e participou do Bike Day que mobilizou ciclistas pela causa.
O Trote Solidário 2024/2 voltou a acontecer em cidades gaúchas. A partir deste mês, ficaram disponíveis as atualizações do aplicativo do Simers e as novas facilidades disponíveis aos associados. Em Rio Pardo, a entidade promoveu AGE e instala processo de constituição do Corpo Clínico do Hospital Regional. Simers, em Passo Fundo, apoia e participa da Feitech 2024. Aesc apresenta proposta ao Simers para recontratação dos médicos desligados do Mãe de Deus. Em Viamão, Simers visita a maternidade reaberta após três anos de fechamento. O Sindicato integra o GT para definir o pagamento das verbas rescisórias dos profissionais desligados em Alvorada e Cachoeirinha.
No Dia do Médico, a entidade formula tese jurídica pioneira, pedindo fim do abate-teto para carreiras médicas municipais. Também o Museu de História da Medicina do RS comemorou seus 17 anos. Neste mês, o Hub de Solidariedade e Núcleos Acadêmico e de Psiquiatria realizam ação sobre saúde mental. Simers e Sogamt se reuniram e começaram a estudar parcerias para projetos e ações futuras. O desligamento no Instituto de Cardiologia mobilizou o Sindicato. Foi iniciada a preparação para a Aposentadoria Simers. Carreira e gestão financeira foram temas desta iniciativa inédita.

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NOVEMBRO
O mês inicia com o Simers vencendo o Top Cidadania 2024 pelo impacto social do Hub de Solidariedade. Em outras frentes de luta, a entidade alerta para possível paralisação dos médicos que prestam serviço na Santa Casa de Caridade de São Lourenço do Sul. Em São Leopoldo, o Simers pediu ao Executivo o cronograma de pagamento aos médicos da Rede Básica e ressaltou a importância do novo Plano de Previdência Complementar aos médicos do GHC. Em Canoas, a falta de pagamentos leva médicos a suspenderem atendimentos eletivos no HNSG.
Santa Maria recebeu a última edição do Trote Solidário 2024/2. Simers e demais sindicatos alinham com o GHC os detalhes do Plano de Cargos e Salários. Médicos demitidos dos hospitais de Cachoeirinha e Alvorada analisam e aprovam cláusulas para acordo com IC-FUC. Em Torres, o Sindicato solicita ao Ibsaúde posicionamento sobre escalas dos médicos obstetras. Em São Leopoldo, a entidade pede cronograma de pagamento à direção do Hospital Centenário.
Em Cruz Alta, a entidade obtém vitória em negociação com a direção do Hospital São Vicente de Paulo. Médicos aceitam calendário de pagamento dos atrasados e Prefeitura de Canoas pode sofrer penhora de bens caso não cumpra o acordado. O Simers lança em Erechim o Programa de Preparação para Aposentadoria. Para enfrentar mudanças no mercado de trabalho e fortalecer defesa da classe médica, a entidade criou o Núcleo de Anestesiologia.
Médicos do HPSC realizam mobilização pacífica para denunciar condições de trabalho e atrasos nos pagamentos, enquanto a crise na Saúde, com a falta de pagamentos, leva empresa prestadora de serviços médicos a encerrar contratos em três UPAs. Em decorrência deste quadro, o Simers pede bloqueio de contas da Prefeitura de Canoas, por descumprimento de calendário de pagamentos ao HNSG.
O Sindicato alerta para possibilidade de diminuição dos leitos de UTI Neonatal no Hospital Universitário de Rio Grande. Com 49 anos de trajetória na medicina, presidente do Simers recebe homenagem na Assembleia Legislativa. Simers é indicado ao prêmio Salão ARP 2024. Palestra que aborda a importância do preenchimento do prontuário, que já passou por várias cidades, chega a Arroio Grande.
No dia 28 foi concluído o processo eleitoral da entidade, com a escolha da Diretoria Geral, Conselho Fiscal e Conselho Consultivo do Simers, para a gestão 2025/27, que terá o Dr Marcelo Matias como presidente. Por fim, entidades oficiam Santa Casa de Rio Grande que médicos paralisarão atividades a partir de 28 de dezembro, se não forem pagos.
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DEZEMBRO
O mês inicia com a entidade ingressando com pedido de ação civil pública requerendo tutela de urgência contra a Prefeitura. O pedido foi motivado pelas condições de trabalho e a qualidade no atendimento na UPA Areal. Em Canoas, houve mobilização em frente ao Hospital Universitário (HU) para chamar a atenção sobre risco de suspensão de atendimentos eletivos. A situação se agravou com o passar dos dias. Dezembro também teve o encerramento do Trote Solidário 2024, com entrega de prêmio e apresentação dos resultados. Também ocorreu o processo de transição com a entrega de relatórios para a futura gestão.
O Hub de Solidariedade do Simers levou a magia do Natal a crianças da ONG Integração dos Anjos com presentes doados pelos médicos e colaboradores da entidade. Em Venâncio Aires tivemos mais uma vitória do Sindicato com o Hospital São Sebastião Mártir pagando atrasados e evitando a paralisação dos médicos. Já em Rio Pardo, a entidade promove AGE que aprova regimentos e elege diretor do Corpo Clínico do Hospital Regional do Vale do Rio Pardo. A entidade atua contra o aumento de 50% na mensalidade do internato de Medicina da PUCRS.
Dezembro foi marcado por vitórias. Em Canoas, após intervenção do Simers, houve o pagamento dos médicos e regularizada a falta de insumos no HU. Em Pelotas, a Prefeitura não compareceu à audiência de conciliação e juiz deu decisão favorável aos médicos.
Em um ano marcado pelas adversidades e resiliência, o Sindicato Médico do RS obteve 57 vitórias. Foram ações, pensadas e desenvolvidas com a participação de praticamente todos os setores da entidade, beneficiando os médicos nos mais variados municípios gaúchos.

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Promovendo a Valorização dos Médicos
Em 2024, continuaremos a lutar pela valorização merecida dos médicos, buscando reconhecimento adequado, melhores condições de trabalho e a implementação de políticas que respeitem e promovam o papel crucial desempenhado pelos profissionais de saúde.

Inspirando Futuras Gerações
Em 2024, comprometemo-nos a inspirar e apoiar as futuras gerações de médicos. Investiremos em programas educacionais e mentorias, garantindo que o legado da excelência médica do Rio Grande do Sul seja transmitido de maneira contínua e impactante.

Visão 2024: unidos, somos imparáveis.
Enquanto nos voltamos para o futuro, é com entusiasmo que traçamos nossas expectativas para 2024. Este ano promete ser uma continuação do nosso compromisso com a excelência médica e a defesa dos direitos da categoria.

Formação médica em pauta
A luta pelas condições ideais da formação médica continuará sendo uma bandeira do Simers.